quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Planejamento quinzenal - 8º ano EF II - 21/02 à 04/03

  • CONTEÚDO
Longo caminho

- Em transformação
    História do homem
    Nossa espécie
    Desenvolvimento e cultura
- Capítulo Penso, logo existo!

Corpo humano na história
Somo feitos de quê?
Do átomo ao organismo
Células
 Célula vista mais de perto
 Membrana plasmática
 Citoplasma
 Núcleo
  • OBJETIVO
Apresentar ao aluno uma das teorias da origem da vida e o desenvolvimento do homem em diversos aspectos ao longo do tempo.
Conhecer a formação dos seres vivos, seus principais compostos orgânicos e entender o funcionamento celular.
  • METODOLOGIA E DESENVOLVIMENTO
Aulas expositivas, discussões e exercícios.
  • TAREFAS
Exercícios propostos pela apostila para este capítulo.

Planejamento quinzenal - 21/02 à 04/03 - 7º ano EF II

  • CONTEÚDO
Quebrando a cabeça para desvendar a história
- Origem da vida e condições de existência
     Criacionismo (origem divina)
     Evolucionismo (origem por evolução orgânica)
- História da terra
- Fósseis, a prova da vida
- Sempre mudando – teorias evolucionistas
     Lamarckismo
     Darwinismo
     Neodarwinismo
  • OBJETIVO
Apresentar aos alunos as principais teorias sobre a origem da vida.
  • METODOLOGIA E DESENVOLVIMENTO
Aulas expositivas, discussões e exercícios.
  • TAREFAS
Exercícios propostos pela apostila para este capítulo

Planejamento quinzenal - 21/02 à 04/03 - TERCEIRÃO

  • CONTEÚDO
Frente I

- Origem da vida;
- Bioquímica – água, sais minerais e carboidratos
- Bioquímica – lipídios, proteínas e vitaminas;

- Bioquímica – enzimas e ácidos nucléicos;

OBJETIVO
Abordar as principais teorias sobre a origem da vida. Estudar os compostos orgânicos e inorgânicos que formam os seres vivos.
  • METODOLOGIA E DESENVOLVIMENTO
Aulas expositivas, discussões e exercícios.
  • TAREFAS
Exercícios propostos pela apostila para este capítulo.

Planejamento quinzenal - 21/02 à 04/03 - 2º ano EM

  • CONTEÚDO
Reprodução

- Continuidade da vida
     Conceito, características das reproduções assexuada e sexuada;
     Tipos de reprodução assexuada;
     Reprodução assexuada em vegetais;
     Reprodução sexuada – fecundação e desenvolvimento embrionário;
     Tipos especiais de reprodução.

Sistema genital masculino
- Anatomia e fisiologia.

  • OBJETIVOS
Conhecer todos os tipos de reprodução que ocorrem na natureza;
Conhecer o funcionamento e anatomia do sistema genital masculino.
  • METODOLOGIA E DESENVOLVIMENTO
Aulas expositivas, discussões e exercícios.
  • TAREFAS
Exercícios propostos pela apostila para estes capítulos.

Planejamento quinzenal - 21/02 à 04/03 - 1º ano EM

  • CONTEÚDO
Introdução à Biologia
  - O que é Biologia
       Característica dos seres vivos
Origem da vida
  - Teorias e hipóteses sobre a origem da vida (I)
       Hipótese do fixismo ou criacionismo;
       Hipótese da panspermia cósmica;
       Hipótese da geração espontânea ou abiogênese;
       Teoria da biogênese
  • OBJETIVOS
Apresentar aos alunos a disciplina de Biologia e seus principais conceitos. Abordar as principais teorias sobre a origem da vida.
  • METODOLOGIA E DESENVOLVIMENTO
Aulas expositivas, discussões e exercícios.
  • TAREFAS
Exercícios propostos pela apostila para estes capítulos.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Vai comprar ou preparar um peixe? Saiba algumas dicas...


Se você não pesca e não tem nenhum generoso amigo pescador, mas gosta de comer um peixe fresco, terá, inevitavelmente, de comprá-lo em uma peixaria ou comê-lo em um restaurante. Nesses momentos é importante saber reconhecer a espécie do peixe que se deseja comprar e se o mesmo está realmente fresco, evitando-se levar "gato por lebre". Além disso, nos restaurantes desconhecidos é necessária uma atenção especial com relação ao seu pedido para que você não coma uma coisa pensando estar comendo outra.

Escolhendo um Peixe Fresco

A menos que o peixe ainda esteja realmente vivo, ao comprá-lo é importante observar alguns detalhes que indicam seu estado de conservação. De uma forma geral, o aspecto externo de um peixe fresco deve ser muito semelhante ao do peixe vivo. Através da simples utilização de seus sentidos, em três etapas, é possível identificar se o peixe está ou não fresco.

1a - Tato: o corpo do peixe deve estar firme e resistente com o ventre normal, nem murcho nem inchado. A rigidez cadavérica é um excelente indício de que o peixe morreu a pouco tempo (observe porém, se a rigidez não é devido a um congelamento anterior).
2a - Visão: o olho, do peixe, deve estar brilhante com a pupila negra e a íris branca ou amarelada (olhos esbugalhados e turvos indicam deterioração). As brânquias devem estar vermelhas ou rosadas (a coloração pálida e o aspecto viscoso também indicam deterioração).
3a - Olfato: o peixe deve apresentar um cheiro normal de maresia (o cheiro ácido ou azedo indica normalmente o início do processo de deterioração).

Conservando um Peixe Fresco

Um peixe recém-capturado resistirá melhor se deixarmos suas escamas e o muco que as envolve íntegros e retirarmos todas as vísceras. Independente do gelo para conservação. Para um bom congelamento, o peixe deverá ser completamente limpo um pouco antes. O método de captura exerce grande influência na deterioração do pescado. Em geral, os peixes capturados com anzol ou arpão resistem mais tempo, enquanto aqueles capturados com o uso de determinadas redes de pesca resistem menos tempo, devido, principalmente, ao longo tempo de permanência na água (o pescador costuma deixar sua rede na tarde de um dia e recolhê-la na manhã do outro dia). Além disso, uma demorada exposição ao sol propicia a rápida deterioração, especialmente para aqueles peixes que vivem no fundo ou próximo dele (com a coloração mais escura).

A Qualidade da Carne de Peixe

A carne do peixe fresco é considerada uma das melhores no tocante à facilidade de digestão e valor nutritivo. Com relação ao sabor e qualidade de sua carne, o que influi diretamente em seu preço no mercado, os peixes podem ser divididos em quatro grupos básicos, relacionados a seguir.
1a Linha: Abrótea, Badejo, Cherne, Linguado, Merluza, Namorado e Robalo.
2a Linha: Albacora, Atum, Cioba, Dourado, Enchova, Espadarte, Garoupa, Marlim, Mero, Michole, Pargo, Pescada, Sargo-de-dente, Tira-vira, Trilha e Viola.
3a Linha: Batata, Baúna, Bicuda, Bujupirá, Bonito, Cação, Caranha, Cavala, Corvina, Goete, Olhete, Olho-de-boi, Olho-de-cão, Pampo, Pescadinha, Pirá, Piraúna, Raia, Sargo-de-beiço, Sernambiguara, Serra, Sororoca, Tainha, Vermelho, Xaréu, Xerelete e Xixarro.
4a Linha: Bagre, Baiacu, Carapicu, Cavalinha, Coco-roca, Congro, Galo, Espada, Manjuba, Moréia, Parati, Peixe-porco, Pirangica, Sardinha e Ubarana.

Como Evitar "Gato por Lebre"

Existem duas situações onde o consumidor pode ser facilmente enganado. Uma é quando pede um peixe em um restaurante, baseando-se no cardápio. A outra é quando o compra em uma peixaria baseando-se apenas na placa de identificação e preço. Até prova em contrário todos são honestos. No entanto, é sempre bom estar atento para evitar os "enganos". Em alguns restaurantes, por falta ou por puro oportunismo, o que no final dá na mesma, é comum servir o filé de cação no lugar do filé de badejo, que consta no cardápio. Apesar do filé de cação, quando bem preparado, ser também muito gostoso, trata-se de uma atitude extremamente desonesta. Apenas mais uma dentre as muitas formas de lesar o consumidor. Assim, nos restaurantes desconhecidos é aconselhável pedir um peixe em posta ou, de preferência, aqueles normalmente servidos inteiros, como o linguado, o pargo e a truta. Na compra do peixe nas peixarias, por sua vez, o engano pode acontecer nas três formas em que se compra um peixe: em filé, em posta ou inteiro. Nos três casos, quando não se tem certeza da honestidade do dono da peixaria, a atenção deve ser redobrada. No caso do filé, pode ocorrer o mesmo problema citado anteriormente. É quase impossível saber identificar de que peixe foi tirado um filé já exposto, a não ser que o mesmo possua a carne com uma coloração particular, como a do Atum que é vermelha. Não sendo assim, o aconselhável é comprar o peixe inteiro e pedir para filetá-lo. No caso da posta, o máximo que se consegue é diferenciar o peixe ósseo do peixe cartilaginoso examinando o aspecto da coluna vertebral. Se for dura e brilhante é com certeza uma posta de peixe ósseo. Se for mole e opaca é de um peixe cartilaginoso como o cação. O conselho é o mesmo; compre o peixe inteiro e mande cortar em postas. Comprar o peixe inteiro é então a melhor opção? É, se você souber reconhecer o peixe que quer comprar. Em algumas peixarias também existe a possibilidade de se levar um peixe inteiro diferente daquele que pedimos ou mesmo daquele que consta na plaqueta de identificação e preço. Pode parecer um absurdo, mas este é um fato bastante corriqueiro, inclusive nas peixarias dos grandes supermercados. Isto ocorre devido à conjunção de dois fatores: a desonestidade das peixarias, de forma intencional ou inocente __ em alguns casos a troca já está tão arraigada que algumas peixarias nem sabem que estão enganando __, e a falta de conhecimento dos consumidores, incapazes de diferenciar corretamente a espécie do peixe que realmente desejam. Abaixo são mostrados alguns exemplos mais comuns, com dados para uma correta identificação.

Ex.1: Batata (Lopholatilus villarii) no lugar do Namorado (Pseudopercis numida). Algumas peixarias vendem o batata com o "sugestivo" nome de Namorado-batata. Batata - Dorso castanho-escuro, clareando para os flancos. Cabeça e dorso com manchas arredondadas e amareladas. Faixa clara longitudinal abaixo da nadadeira dorsal. Caudal e dorsal escuras com manchas claras. Namorado - Dorso mais escuro, um pouco enegrecido. Pintas brancas arredondadas em todo o corpo. Dorsal enegrecida com margem clara.
Ex.2: Goete (Cynoscion jamaicensis) no lugar da Pescada (Cynoscion acoupa). Goete - Dorso prateado com estrias oblíqüas escuras. Nadadeira peitoral escurecida. Pescada - Dorso prateado sem estrias. Peitoral clara com uma mancha escura arredondada em sua base. Margem da nadadeira caudal enegrecida.
Ex.3: Sororoca (Scomberomorus macula-tus) no lugar da Cavala (Scomberomorus cavalla). Sororoca - Dorso azul-esverdeado metálico. Diversas manchas bronzeadas e arredondadas no dorso e flanco. Terço anterior da primeira nadadeira dorsal enegrecido. Cavala - Coloração geral semelhante, porém sem manchas bronzeadas (a não ser nos espécimes mais jovens) e sem a dorsal enegrecida.
Ex.4: Ubarana (Elops saurus) no lugar do Robalo (Centropomus undecimalis). Ubarana - Focinho curto e arredondado. Uma nadadeira dorsal situada no meio do corpo. Dorso cinza-azulado. Robalo - Focinho longo, afilado e pontudo. Duas nadadeiras dorsais. Dorso cinza-esverdeado. Linha lateral escurecida e bem evidente.
Ex.5: Vermelho (várias espécies do gênero Lutjanus) no lugar da Cioba (Lutjanus analis). Devido ao prestígio de sua carne, muitas peixarias "adotam" o nome da Cioba para as outras espécies da mesma família. Vermelho - As várias espécies apresentam uma coloração geral avermelhada (vai do vermelho-vivo, passando por tons esverdeados ou acinzentados, até o vermelho-rosado). Cioba - Dorso esverdeado. Flancos e ventre rosados. Uma grande mancha negra arredondada situada acima da linha lateral e abaixo dos raios da nadadeira dorsal. Duas estrias azuladas irregulares no focinho.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Dinossauros herbívoros?

Se você é fã do T-Rex prepare-se para receber a notícia mais triste do ano: ele, talvez, não tenha sido carnívoro.

E não é só ele, mas toda a sua família – incluindo os também adorados velociraptors. De acordo com paleontólogos do Chicago’s Field Museum, há 21 aspectos morfológicos que comprovariam que os bichões eram herbívoro.
Segundo os cientistas, depois de estudarem 90 espécies de Terápodos (a família do T-Rex e do Velociraptor), é possível dizer que a maioria deles tinha um estilo de vida predatório, mas provavelmente se adaptaram e viraram vegetarianos.
Os pesquisadores ligaram informações morfológicas com análises de restos de alimentos dos dinossauros (fezes fossilizadas) e, com isso, acreditam que os T-Rex e os Velociraptors eram herbívoros, apesar de terem descendido de espécies de predadores. Eles acreditam que suas descobertas fazem com que nós precisemos analisar os dinos de uma forma diferente

Fonte: http://gizmodo.com/#!5715569/most-carnivorous-dinosaurs-were-actually-vegetarian